Depois da reportagem da corredora olímpica Alysia Montaño, na edição do New York Times na semana passada – que revelou que a Nike havia cortado seu salário quando engravidou – a marca anunciou planos para alterar suas práticas após receber uma onda de reações adversas.
A Nike expressou que pretende incluir “termos escritos que reforcem sua política” em futuros contratos para atletas do sexo feminino, conforme detalhado na sexta-feira em um comunicado oficial publicado em seu site:
A Nike tem apoiado milhares de atletas femininas por décadas. Aprendemos e crescemos na melhor forma de apoiar as nossas atletas femininas e sempre trabalhamos para fazer o nosso melhor para desempenhar um papel forte na defesa, celebração e apoio de atletas do sexo feminino e estamos empenhados em continuar a fazê-lo.
No ano passado, padronizamos nossa abordagem em todos os esportes para apoiar nossas atletas femininas durante a gravidez, mas reconhecemos que podemos ir ainda mais longe.
A empresa afirma que apóia “as mulheres quando decidem como ser ótimas mães e grandes atletas”, além de desafiar toda a indústria esportiva a “evoluir”.
A declaração de Montaño ao NYT foi reveladora por muitas razões, e um ponto importante é o recente marketing “Dream Crazier” da Nike, que tem na propaganda a narração da atleta da marca e mãe de primeira viagem, Serena Williams, que ironicamente diz: “ganhar 23 Grand Slams, ter um bebê e depois voltar para mais. Louco louco Louco.”





